IA Mapeia Redes Gênicas Ocultas que Impulsionam as Alterações Cerebrais no Alzheimer
Novo sistema de IA revela como os genes se controlam mutuamente em cérebros com Alzheimer, descobrindo possíveis alvos terapêuticos.
Cognitive performance, neuroplasticity, dementia prevention, and brain aging research
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Novo sistema de IA revela como os genes se controlam mutuamente em cérebros com Alzheimer, descobrindo possíveis alvos terapêuticos.
Grande estudo identifica três medicamentos já existentes que poderiam ser reaproveitados no combate à doença de Alzheimer, oferecendo um caminho mais rápido para o tratamento.
Bactéria respiratória comum persiste em retinas e cérebros, desencadeando inflamação e acúmulo de amiloide associados ao declínio cognitivo.
Pesquisadores da Universidade do Arizona testaram a terapia psicodélica para sintomas de TOC em um ensaio clínico com 15 participantes ao longo de quatro anos.
Pesquisadores da Universidade de Zurique testaram a psilocibina em comparação com placebo em 37 pacientes com dependência de álcool, utilizando uma rigorosa metodologia duplo-cego.
Um estudo com 60 participantes testou a psilocibina isoladamente e combinada com TCC para depressão maior, medindo a atividade cerebral e marcadores inflamatórios.
Pesquisadores universitários utilizaram terapia psicodélica e neuroimagem para combater o vício em cocaína, revelando novos circuitos neurais para a recuperação.
Um grande estudo de 6 anos testou intervenções dietéticas, incluindo restrição calórica e ômega-3, em 330 pessoas com comprometimento cognitivo leve.
Pequeno estudo piloto testa programa comportamental multicomponente para reduzir o risco de declínio cognitivo em populações rurais carentes.
Um ensaio de 18 meses testou a suplementação com ômega-3 em 774 adultos mais velhos com níveis baixos de DHA/EPA e preocupações com a memória para prevenir o declínio cognitivo.
Pesquisadores franceses acompanharam 1.028 pessoas com queixas cognitivas leves para entender como a demência se desenvolve ao longo do tempo.
Estudo de nove anos investigou se o solanezumab poderia retardar o declínio de memória em adultos mais velhos com placas amiloides no cérebro.