Grande Estudo Descobre que Homens São Mais Propensos a Adicionar Sal à Mesa do que Mulheres
Um estudo brasileiro com 8.300 idosos revela quem recorre ao saleiro e por quê — com implicações concretas para a saúde do coração e do cérebro.
Dietary science, caloric restriction, fasting protocols, and food-as-medicine research
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Um estudo brasileiro com 8.300 idosos revela quem recorre ao saleiro e por quê — com implicações concretas para a saúde do coração e do cérebro.
Um cachorro-quente por dia aumenta o risco de câncer colorretal em 18%. Analisamos o que isso significa em números reais e por que é importante.
Pesquisadores propõem expandir as estruturas de inteligência artificial aplicadas à nutrição para superar as barreiras práticas que impedem que orientações dietéticas personalizadas cheguem aos pacientes.
Um estudo de 40 anos com 205.000 pessoas revela que batatas fritas aumentam o risco de diabetes, mas batatas assadas ou cozidas estão amplamente fora de perigo.
Um novo comprimido agonista β2 aumenta a queima de gordura via músculo esquelético, preservando a massa muscular enquanto melhora o açúcar no sangue em ensaios iniciais.
Um estudo com 600.000 pessoas constata que a semaglutida e outros medicamentos GLP-1 reduzem transtornos por uso de substâncias em até 25% e diminuem mortes por overdose.
A IARC classificou a carne processada como carcinógeno do Grupo 1. Veja como a indústria da carne tentou enterrar esse veredicto.
Um estudo de Yale descobriu que as gorduras ômega-3 do óleo de peixe retardaram drasticamente o câncer pancreático, enquanto o ácido oleico do azeite de oliva acelerou o crescimento tumoral em camundongos.
Um estudo de Harvard descobriu que a vitamina D livre materna — não a total — pode ser o principal fator determinante do risco de asma na prole, especialmente quando as mães têm asma.
Pesquisadores do Instituto Salk descobriram que a suplementação com metionina melhorou drasticamente a sobrevivência de camundongos infectados, ao potencializar a filtração renal de moléculas inflamatórias.
Um estudo crossover descobre que proteínas vegetais complementares funcionam tão bem quanto nutrientes isolados para a síntese de proteínas musculares pós-exercício.
Um novo estudo descobriu que o jejum intermitente desencadeia mudanças coordenadas no microbioma intestinal e nas regiões cerebrais que controlam o apetite e os desejos alimentares.