Feijão-fradinho e lentilha lideram a lista no bloqueio de enzimas que promovem a disseminação do câncer
Certos feijões superam outros na inibição da MMP-9, a enzima que impulsiona a metástase do câncer — responsável por 90% das mortes por câncer.
Diet science, macronutrients, fasting, and nutritional interventions for longevity
233 artigos
Certos feijões superam outros na inibição da MMP-9, a enzima que impulsiona a metástase do câncer — responsável por 90% das mortes por câncer.
O DDE, um subproduto da decomposição do DDT encontrado em 90% dos americanos, pode quadruplicar as chances de Alzheimer — mas escolhas alimentares podem reduzir drasticamente a exposição.
Um estudo quase-experimental na Somália constata que o tratamento comunitário de desnutrição aguda grave (SAM) alcança 89% de recuperação com 7 dias a menos do que o atendimento em clínica.
A nutricionista-chefe da ZOE explica a ciência da fome, os medicamentos GLP-1 e a estratégia nutricional que protege a massa muscular e a saúde intestinal.
Um estudo brasileiro com 8.300 idosos revela quem recorre ao saleiro e por quê — com implicações concretas para a saúde do coração e do cérebro.
Um cachorro-quente por dia aumenta o risco de câncer colorretal em 18%. Analisamos o que isso significa em números reais e por que é importante.
Pesquisadores propõem expandir as estruturas de inteligência artificial aplicadas à nutrição para superar as barreiras práticas que impedem que orientações dietéticas personalizadas cheguem aos pacientes.
Um estudo de 40 anos com 205.000 pessoas revela que batatas fritas aumentam o risco de diabetes, mas batatas assadas ou cozidas estão amplamente fora de perigo.
A IARC classificou a carne processada como carcinógeno do Grupo 1. Veja como a indústria da carne tentou enterrar esse veredicto.
Um estudo de Yale descobriu que as gorduras ômega-3 do óleo de peixe retardaram drasticamente o câncer pancreático, enquanto o ácido oleico do azeite de oliva acelerou o crescimento tumoral em camundongos.
Um estudo de Harvard descobriu que a vitamina D livre materna — não a total — pode ser o principal fator determinante do risco de asma na prole, especialmente quando as mães têm asma.
Pesquisadores do Instituto Salk descobriram que a suplementação com metionina melhorou drasticamente a sobrevivência de camundongos infectados, ao potencializar a filtração renal de moléculas inflamatórias.